Novembro 20 2009

Com o mesmo tom autoritário mandou-me levantar. “Já te disse que quem manda sou eu!” disse-me. Sentia-me cada vez mais excitado com toda esta encenação improvisada. O meu coração batia a cem à hora. Sentia já uma dor no meu pau, que teimava em querer sair. A minha Sheriffa começou a desabotoar-me a camisa, e ia descendo beijando-me por onde os doces lábios dela passavam. Quando já não havia botões na camisa para abrir, despiu-me a e começou a beijar-me ao nível do umbigo. Sentia o ar quente sair da boca dela, e o meu tesão ia aumentando cada vez mais. Abriu-me as calças, e finalmente soltou o meu caralho que estava bem inchado. Senti um alívio por finalmente o meu pénis estar liberto. Devagarinho, acariciou-o, olhando fixamente para mim. Depois passou a língua pela cabecinha. A carícia daquela língua na minha cabecinha fez-me soltar logo um gemido de prazer. De seguida, a minha Cowgirl abocanhou o meu caralho, e começou a fazer movimentos para a frente e para trás brincando ao mesmo tempo com a língua. As minhas mãos acariciavam o cabelo liso e macio dela, aproveitava ao mesmo tempo para guiar os movimentos, ora mais depressa, ora mais devagar. Mas a minha Sheriffa não se ia contentar com tão pouco. De repente, levantou-se, trocou de posição comigo colando-se à parede e desapertou as calças. “Agora é a tua vez!” Entendi à primeira o que é que a minha querida S… desejava, e de imediato baixei-me, desviei-lhe a cuequinha fio dental que trazia, e comecei a lamber-lhe a cona. Primeiro saboreei os lábios daquela coninha rapadinha, depois fui entrando com a língua, e saboreando aquele poço de prazer. A minha actriz excitava-se cada vez mais, e gemia de prazer enquanto acariciava as mamas e passava as mãos pelos cabelos. Fui acelerando os movimentos da minha língua, ora dentro daquela racha apetitosa, ora pelos lábios daquela belíssima rata, deixando a minha parceira louca de prazer ao ponto de perder muito do tom autoritário que tinha. Depois de me saciar daquela cona húmida, levantei-me, e dei-lhe a a provar. “Quero sentir-te dentro de mim”, disse-me depois, carinhosamente, a minha Cowgirl, que já só tinha como adereços o chapéu. Deixei-me levar por ela até perto da cama, onde me deitei de livre e espontânea vontade. Ela atirou o chapéu pelo ar num gesto de muita sensualidade. Subiu para cima de mim, e começou a cavalgar-me enquanto as nossas bocas trocavam beijos muito quentes. As minhas mãos não paravam de acariciar o cabelo e o corpo dela, enquanto sentia aquela cona quente envolver o meu caralho. Os movimentos intensificaram-se. Gemíamos os dois sentindo um prazer insaciável. Os meus lábios procuravam os lábios e o corpo dela com uma sede e um desejo de saborear cada pedacinho daquele corpo que se oferecia. Loucamente beijava-lhe as mamas e passava a minha língua por aqueles bicos que tinham sabor a mel. A saliva de cada beijo que dávamos sabia à melhor sobremesa que alguma vez poderia saborear. A minha Cowgirl começou a gemer como louca atingindo o orgasmo. Não pude conter mais o meu leite, e deixei escapá-lo para dentro daquela gruta do prazer. Saciados, olhámos um para o outro sem dizer uma palavra, mas o nosso olhar dizia tudo e dava a entender a satisfação que sentíamos, e assim ficámos por um longo período. Naquele momento nada mais nos interessava, nem o stress da peça de teatro, nem qualquer outra preocupação. Limitámo-nos a saborear o momento.

 

A S… acabou finalmente por conseguir decorar o papel dela, e por conseguir dar uma encenação muito válida à peça. Acabei por assistir à estreia na primeira fila, e por ver o grande trabalho que conseguiu fazer para dar a volta à personagem. Mas na minha memória, ficou mesmo foi o papel que nós protagonizámos. Fim.

publicado por fantasiasdeumtentador às 00:00

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