Novembro 26 2009

A noite era de festa, e foi-se prolongando até bem tarde. Já seria por volta das 4h da manhã quando o grupo se dispersou e que o pessoal começou a ir para casa. Chegados a casa do Pedro, o Pedro disse-nos: “Se não se importarem, eu esta noite ia dormir a casa da Mónica. “ A Mónica era a namorada do Pedro, e já tínhamos reparado ao longo da noite que os dois tinham vontade de desfrutar um pouco mais do momento, mas desta vez a dois. “Vocês podem ficar em minha casa à vontade. Fica à vossa disposição. Isto se não se importarem claro!” A Margarida e eu entreolhamo-nos com ar suspeito, e dissemos ao Pedro que não havia problema, que compreendíamos que ele quisesse ficar a sós com a namorada, e que não havia problema. Agradeci-lhe ainda muito sinceramente a confiança que depositou em nós para nos deixar sozinhos em casa dele e despedimo-nos. Por momento pensei que estivesse num sonho. De um momento para o outro, estava sozinho com a Margarida num luxuoso T3 totalmente por nossa conta. “Vou tomar um bom banho e vou deitar-me. Estou tão cansada!” disse ela. “Está bem, vai lá tu agora, que eu vou a seguir” respondi inocente. “Porque é que não tomas agora? Evitávamos gastar tanta água ao Pedro, já que ele teve a gentileza de nos ceder a casa.” Nem queria acreditar na sugestão que a minha “companheira” me estava a dar. “Olha que eu aceito!” disse-lhe com um tom provocador. “Então vem! Achas que tenho algum problema em tomar banho com um Homem nu?” respondeu-me com tom desafiador, e entrou para a casa de banho deixando a porta aberta, como que convidando-me a entrar. Hesitei por um momento se não estaria a ir longe de mais na brincadeira, enquanto isso ela começou a despir-se na casa de banho. Passei à porta, e estava ela a olhar-me, já de roupa interior, umas cuequinhas de renda preta e um sutiã a condizer. Olhou-me da forma provocadora como só ela sabia fazê-lo. Acabei por entrar na casa de banho. Afinal, o desejo era tão grande e tínhamos a casa por nossa conta. Que mal poderia fazer? Entrei, e de imediato puxou-me pelas calças para ela. Desabotoo-as e abriu o fecho. Por baixo, o meu pénis já pronto a rebentar estava desejoso de sair da minha roupa interior. Depois tirou-me a t-shirt, e começou a beijar-me o corpo, enquanto roçava a cuequinha dela contra os meus boxers. Sentia os lábios dela percorrerem o meu corpo em direcção ao meu pescoço, e sentia-me cada vez mais excitado. As minhas mãos percorreram o corpo dela, e devagarinho, tirei-lhe o sutiã, deixando assim as maminhas redondinhas dela à mostra. Ela soltou um leve gemido, e tirou-me os boxers, deixando agora o meu caralho totalmente à mostra. Suavemente deu-me uma lambidela no pescoço, virou-se de costas, e encostou o rabo ainda coberto pelas cuecas pretas ao meu pau, e afastou-se, despindo com toda a sensualidade as cuequinhas dela, e deixando agora o rabinho dela totalmente à mostra. Sem olhar para mim, caminhou para dentro do polibã, e dirigindo-me um olhar provocador, fez-me sinal para entrar também. Já fora de mim, fiz-lhe a vontade, e fechei a porta do polibã, enquanto que ela abriu a água, que estava morna e agora caía sobre os nossos corpos. De seguida, beijou-me, pôs um pouco de gel de banho na mão, virou-me as costas, e começou a passar o gel por todo o corpo, enquanto se encostava a mim, convidando-me a massajá-la.

 

Passeei as minhas mãos sem deixar escapar nenhum pedacinho de pele. Aquelas mamas apetitosas estavam bem durinhas, sinal do desejo que Margarida já não conseguia esconder. Sentindo a água morna que passava pelos nossos corpos, beijei-lhe o pescoço, enquanto a minha mão foi descendo mais abaixo até chegar à coninha dela. Sentia-a húmida, e sabia bem que nada tinha a ver com a água que caía sobre nós. Enfiei-lhe dois dedos naquela rata e comecei por fazer movimentos circulares. A Margarida soltou um gemido, aprovando o meu gesto, e encostou o rabo ao meu pénis, deixando-me adivinhar o que pretendia. Mais uma vez não defraudei o desejo dela, e enfiei o meu caralho já bem durinho dentro do cuzinho redondinho dela, primeiro mais devagar, mas cheio de tesão, fui acelerando cada vez mais os meus movimentos. A minha companheira gemia, e pedia-me para a penetrar com mais força com uma notável excitação. Enquanto o meu pau entrava e saia daquele rabo, a minha língua passeava pelo pescoço dela, saboreando aquela pele macia. Vendo Margarida bem excitada, tirei a mão da coninha dela, e dei-lha a provar. Ela lambeu os meus dedos com satisfação, depois virou-se para mim, e beijou-me, deixando-me saborear não só a saliva dela, como também o sabor a cona que lhe ficou na língua. Enquanto isso, o meu tesão entrou dentro daquela ratinha. A satisfação dela fazia-se notar por uma respiração ofegante, interrompida várias vezes por beijos intensos nos quais as nossas línguas se aventuravam na boca um do outro. O sabor daquela língua era irresistível, e dava vontade de não parar. Atingimos em simultâneo o orgasmo, enquanto Margarida gemia, o meu leite foi escorrendo dentro daquela cona molhada. Deixei ficar o meu pau dentro dela ainda mais um pouco, e beijei-a longamente, enquanto a água morna continuava a cair sobre os nossos corpos excitados. Ficámos assim agarrados mais alguns minutos, até que decidimos pôr fim àquele duche escaldante. Fechámos a água, saímos do polibã, e limpamos os nossos corpos ainda quentes. Continuamos a noite bem agarradinhos e consolados pelo que acabámos de viver. Durante a viagem de regresso no dia seguinte, ainda nos lembrávamos bem das loucuras que tínhamos feito na véspera. (Fim).

publicado por fantasiasdeumtentador às 23:45

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